Carta Aberta a População Mato-grossense
“Ao mesmo tempo em que comemoramos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, Mato Grosso ainda é o segundo estado do Brasil em número de pessoas libertas do trabalho escravo”
“Ao mesmo tempo em que comemoramos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, Mato Grosso ainda é o segundo estado do Brasil em número de pessoas libertas do trabalho escravo”
Os grandes projetos de infra-estrutura, como construções de barragens, estradas e hidrovias, empreendidas para viabilizar a exploração e o escoamento de produtos agroindustriais também colaboram com o aumento do desmatamento e das ameaças para os povos indígenas desta região.
A decisão pelo adiamento se deu após avaliarmos que 28 (vinte e oito) pessoas inscritas, quase a metade dos inscritos, não poderiam receber as diárias pelo Ministério do Meio Ambiente – MMA.
O racha foi comunicado via e-mail conjunto, depois que foram impedidas de participar de reunião na terça em que o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, propôs anistia a quem desmatou áreas de preservação permanente (APPs).
Nos dias 04 a 06 de dezembro de 2008 realizaremos o Seminário de Comercialização Solidária, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lucas do Rio Verde-MT
Um projeto em desenvolvimento no Noroeste de Mato Grosso está mostrando que, além de um bom negócio, a coleta produtos da floresta é um caminho viável para minimizar conflitos e garantir emprego e renda para um número significativo de famílias.
A melhoria da qualidade da castanha-do-Brasil e sua comercialização são um grande desafio para agricultores, seringueiros e povos indígenas. Mas na região do noroeste, essa realidade já vem sendo alcançada por alguns povos do Noroeste de Mato Gro
Público poderá conhecer 11 iniciativas para estimular o desenvolvimento local e a geração de emprego e renda; técnicas envolvem áreas de agroecologia, reciclagem e bioenergia
Desde 2004, os índios protestam contra as obras de mais de 83 PCHs próximas ao Rio Juruena e aos afluentes do Rio Xingu.
O Plano BR-163 Sustentável não é mais prioridade para o governo federal porque ainda sequer foi criado o Fórum, inst&aacirc;ncia em que governo e diversos setores da sociedade iriam dialogar, monitorar e priorizar ações de execução do plano.
Duas mobilizações marcaram o primeiro dia de viagem da caravana de Mato Grosso que está indo para Santarém participar do Seminário “Plano BR-163 Sustentável: Entraves, Desafios e Expectativas”, nos dias 30 e 31 de outubro.
A meta é dialogar com vários segmentos da sociedade civil, fortalecendo a compreensão do Zoneamento Sócio-Econômico Ecológico (ZSEE), lançando propostas e criando meios para acompanhar a sustentabilidade.
Assessoria Diálogos – Em reunião na Casa Civil com representantes do Condessa (Consórcio pelo Desenvolvimento Socioambiental da BR-163) e projeto Diálogos, o Grupo de Trabalho
O evento contará com a participação de representantes da sociedade civil de Mato Grosso e Pará (ribeirinhos, extrativistas, agricultores familiares, indígenas, quilombolas e ambientalistas) e dos governos federal, estadual e local.
Oficinas, mesas-redondas, mini-cursos e apresentações culturais fazem parte do evento que começou hoje e vai até sábado, dia 18.
Encontro é palco do maior intercâmbio internacional de experiências sobre desenvolvimento local como estratégia de inclusão e transformação social.
Até o final de novembro serão realizados outros quatro encontros para discutir o ZSEE
Entre as medidas de combate à impunidade ambiental, o MMA anuncia nesta sexta-feira o ajuizamento de ações contra 90 desmatadores.
Os profissionais selecionados trabalharão com produtos da sócio-biodiversidade, agricultura indígena e sistemas agro-florestais, manejo florestal e de recursos hídricos, capacitação para o gerenciamento de organização indígena, registro de cultura material e produção de material didático.
Entre 16 e 18 de outubro próximos, os visitantes poderão conferir iniciativas como a da Fazenda Simone, em Canarana, que deu início à recuperação de mata ciliar com uma máquina plantadeira de soja tendo sistemas agroflorestais como base e também do plantio direto realizado na fazenda Bang Bang, em São José do Xingu. A feira vai se realizar no Parque de Exposições de Canarana.
A Operação Amazônia Nativa – OPAN, organização que há 40 anos desenvolve projetos de apoio às populações indígenas da Amazônia, está em busca de profissionais
ISA – Dona Teresinha Maria Goldoni nasceu no Rio Grande do Sul e chegou ao Garapu, um bairro rural da cidade de Canarana, há 23
Opan busca profissional para compor uma de suas equipes de campo, na região noroeste do estado de Mato Grosso.
Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural lança chamada de trabalhos para o Fórum de Difusão Científica sobre Tecnologia Social. Inscrições podem ser feitas até 30 de setembro.
Sérgio Henrique Guimarães/Blog ICV* – Um estudo realizado recentemente pela Embrapa e Unicamp (Aquecimento Global e a Nova Geografia da Produção Agrícola no Brasil) afirma
Produtores da região do Xingu no Mato Grosso poderão expor suas iniciativas para a conservação e recuperação dos recursos naturais no II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais, de 16 a 18 de outubro.
Rede de sementes de espécies nativas para a restauração florestal, formação de agentes socioambientais, manejo e uso controlado do fogo, planejamento e gestão territorial são algumas das ações que a campanha Y Ikatu Xingu executa na região da Bacia do Xingu, e que foram expostas em seminário.
Índios, agricultores e extrativistas planejam atividades extrativistas no noroeste de Mato Grosso
Unir garantia de renda, conservação da floresta e segurança alimentar é uma meta de qualquer projeto que vise a sustentabilidade. Essa realidade já é alcançada por muitas comunidades por meio do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA
Site e-commerce irá potencializar geração de renda para os Rikbaktsa